quinta-feira, 2 de abril de 2015

Resenha - Divergente - Veronica Roth

  Resenha - Divergente - Veronica Roth
 Beatrice Prior é uma garota normal, integrante da facção Abnegação, juntamente com sua família (irmão - Caleb; pai e mãe). Quando uma pessoa completa 16 anos, passa pela Iniciação, um passo importante na vida de qualquer cidadão, pois nesse momento ele decidirá a qual facção seguir, através da Simulação, momento em que através de um teste, a pessoa descobre a qual facção pertence.
 Franqueza - A Mentira não existe nessa facção.
 Erudição - Estudos acontecem todas as horas, todos os dias.
 Abnegação - Só se pensa nos outros; o "eu" não existe nesta facção.
 Amizade - Paz e companheirismo fazem parte da vida das pessoas da Amizade.
 Audácia - Proteção do restante da população é o essencial.
 Mas, após a Simulação, Beatrice descobre que é Divergente, ou seja, não pode ser controlada pelo sistema, o que a faz ter de escolher uma facção por si só. Dividida, ela escolhe a Audácia, pois sempre quis ser livre.
 Tris, como é chamada a partir de então, se vê diante de um desafio: passar pela iniciação da Audácia e esconder o fato de que é Divergente, pois se não passar no teste, se tornará uma sem facção (sem casa, família, trabalho, e viver na pobreza e sobreviver pela bondade da Abnegação), e se descobrirem que ela é Divergente... A morte é a única saída.
 Tris precisa enfrentar seus medos e desafios, e descobrir que há coisas piores do que falhar em seu atuais objetivos...
 Um livro eletrizante, que você não consegue (pode) largar até ter lido a última página, e que mesmo depois de terminá-lo, você anseia por mais.

É isso. Até, pessoal.